PulaMoita Download Rápido!

domingo, 25 de novembro de 2007

Internet oculta

Chama-se Hoodwink’d e só acessível por meio de uma mudança na configuração de sua conexão.

Marcadores:

Quanto custa morrer?

A morte pode ser boa - desde que não seja a nossa, claro! Afinal, no capitalismo, mesmo a morte tem uma tabela de preços e, com algum investimento, pode-se obter algum lucro com ela. O descanso eterno de um finado pode variar de 50 reais, no caso dos indigentes bancados pelo serviço público a 120 mil dólares, no caso de um serviço mais sofisticado de congelamento, por exemplo. Vamos por partes:

No congelamento, chamado de criogenia, o defunto tem todo o líquido do corpo drenado e substituído por um outro líquido não congelante, sendo depois imerso em nitrogênio líquido, onde permanecerá a espera de uma "cura" para a morte - que a ciência obviamente não descobrirá -, e o sujeito possa ser descongelado, para descobrir que o mundo continua a mesma droga e cometa suicídio. Li recentemente que, nos Estados Unidos, uma família visita regularmente um parente congelado, inclusive comemorando seu aniversário com bolo e velinhas. Só não dá para desejar o "... muitos anos de vida".

Outra empresa desenvolveu um processo para a confecção de diamantes a partir das cinzas do ente querido, que passa por uma espécie de purificação, a uma temperatura altíssima, até que se obtenha o diamante sintético.

Para os aficionados em internet, uma funerária no Peru lançou um cemitério virtual. Depois de "sepultado", pode-se encontrar uma biografia do defunto, ver fotos, etc. Há até sala de bate-papo (deve ser uma sala de bate-papo assombrada). Custa 120 dólares para que a alma do finado vague em paz pelo ciberespaço por três anos.

Há também uma galeria de arte que oferece quadros e esculturas confeccionados também com as cinzas do falecido e, finalmente uma empresa que propõe depositar essas cinzas em uma pequena esfera de cimento e depositá-la no fundo mar. A intenção é criar uma mórbida espécie de coral artificial à medida que se acumulem as tais esferas. São as maravilhas que o mundo moderno nos proporciona. Não sei como os homens conseguiram viver, ou melhor, morrer durante tantos séculos simplesmente usando os métodos tradicionais. Se você for curioso o suficiente, encontrará tudo isso na internet, com fotos e calendários dos eventos agendados.

É obvio que esses serviços não são oferecidos no Brasil. A classe média ainda pode optar pelos serviços dos crematórios. Mas, para os mais pobres, que cedem ao chamado do crime organizado, resta a "desova" num matagal ou à beira de uma estrada qualquer. Também já é possível dispor dos serviços de algumas funerárias que oferecem “Planos-Caixão”. Os associados destes planos ainda têm direito a desconto em salão de cabeleireiro, lojas, restaurantes, revendedoras de gás, auto-escola, etc. Mas o que se oferece ao povão mesmo é o bom e velho paletó de madeira, o que pode não durar muito tempo dadas às implicações ecológicas.

Há alguns meses li em O Diário de São Paulo uma matéria falando sobre a aprovação, pela Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Estado, de um Projeto de Lei que proíbe o uso de madeira na confecção de caixões. A explicação, de acordo com o projeto, é que a confecção de uma única urna requer a derrubada de três árvores, destruindo 12 metros quadrados de floresta. A multa pelo descumprimento da lei, de acordo com o projeto, é de 1.000 UFIRs. Como a notícia não dava mais detalhes, suponho que se prevê então que os defuntos passem a ser sepultados aos montes, em grandes valas coletivas, como os nazistas faziam com os judeus na segunda guerra. Aliás, isso que aliviaria o problema da superlotação dos cemitérios nos grandes centros urbanos, que, do que jeito que anda, logo vão se tornar em imensas favelas funerárias. Quem sabe o Stedille organize um Movimento dos Mortos Sem Terra (MMST), incentivando a invasão dos cemitérios privados ocupados pela burguesia, com grandes áreas improdutivas.

O que me incomoda mesmo é que tudo isso reforça a impressão de que, mesmo no além-túmulo, existe uma enorme desigualdade social que só será resolvida quando nosso presidente passar desta para uma melhor e criar um programa "Inferno Zero", que dará um basta no abismo que separa o céu do inferno e o paraíso seja para todos - com três refeições diárias, claro. Mas é importante que antes disso ele faça uma reforma ministerial, já que até o "Fome Zero" continua no zero. E o atual ministério anda como uma bando de baratas tontas, salvo as exceções. Porque se for assim, até no mundo dos mortos as almas vão se revoltar e começar a gritar "Fora Lula!".

Mas, sábio como é, ele apaziguará os ânimos com alguma parábola do tipo: "Companheiros, primeiro vamos colocar a casa em ordem. Os meus antecessores transformaram isso num inferno. E o Inferno é como o Brasil: é um sofrimento eterno para o povo. Mas aqui tem muito mais vantagens: não tem FMI, não tem ALCA, não tem gente passando fome, o índice de criminalidade é zero, ninguém morre em acidentes rodoviários e não adianta ser corrupto, pois não existe dinheiro. Além do mais o regime aqui é socialista. Todo mundo come o mesmo pão que o chefe amassou".

Bom, mas enquanto isso não acontece e como sou precavido, já penso em financiar o meu cantinho em suaves parcelas pagas em 120 meses.

Raul Seixas tinha razão: "... Tem que pagar pra nascer; tem que pagar pra viver; tem que pagar pra morrer... tá tudo errado, tá tudo errado...".

Marcadores:

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Prince Of Persia The Two Thorones (RIP)


O Príncipe retorna para sua cidade natal, a Babilônia com sua amada Kaileena, a enigmática Imperatriz do Tempo. Mas ao invés de encontrar a paz que buscava a tanto tempo, ele encontra seu reino em destruição por uma guerra. Assim que desembarcam, a Kailleena é capturada pelo inimigo, o Príncipe segue os raptores até o Palácio – somente a tempo de vê-la ser assassinada por um poderoso inimigo. A morte dela libera as Areias do Tempo, que atingem o Príncipe. De volta as ruas de sua cidade, caçado como fugitivo, o Príncipe logo descobre que as Areias do Tempo o amaldiçoaram e deram o nascimento de um mortal Príncipe Negro, cujo espírito gradativamente começa a possuir e tomar conta do Príncipe.

Principais Características
Jogue com 2 personagens diferentes
Domine os poderes, habilidades e armas de 2 mestres guerreiros com estilos de combate, atitudes e histórias diferentes.

Lute de seu jeito
Domine o aprimorado sistema de luta Free-Form para derrotar os seus inimigos no seu próprio estilo - ataque diretamente os inimigos; ou ande pelas sombras sem levantar suspeitas e passar pelos inimigos desapercebido – a escolha é sua.

Batalhe livremente pela Babilônia
Vença os inimigos nos telhados da cidade, percorra ruas caóticas, e realize emboscadas em passagens subterrâneas escuras da cidade.

Viva intensamente uma história dramática
Viva uma experiência sem paralelo com uma história densa e envolvente enquanto você batalha seu caminho neste conto cheio de reviravoltas e repleto de adrenalina, tensão e descobertas.

Manipule o tempo para surpreender os seus inimigos
Execute poderosos ataques contra hordas de inimigos, deixando o tempo em câmera lenta, voltando no tempo, ou ainda surpreendendo com novos poderes disponíveis.

Participe de combates em carruagens
Tome as rédeas de uma carruagem para atravessar áreas repletas de inimigos a uma velocidade alucinante em perseguições perigosas nas ruas da Babilônia.

Viva uma experiência de jogo sem igual Fiel à série Prince of Persia, o jogo traz uma variedade de ação de combate, agilidade, movimentos acrobáticos e desafios e puzzles – que juntos formam uma experiência de jogo extremamente rica.

Up-File: Parte 1
Up-File: Parte 2
You-Love: Parte 1
You-Love: Parte 2

Marcadores:

domingo, 19 de agosto de 2007

Vampire: The Masquerade - Bloodlines


Marcadores: